Em depoimento após sair do cativeiro pela primeira vez, Nayara declarou que Lindemberg, em devaneios egocêntricos, se dizia o “principe do gueto”
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Tenho a impressão que o “príncipe do gueto” vai virar é a “princesa da cela”.
Fresh Prince of Santo André
21 10 2008Comentários : Deixar um comentário »
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Responsabilidades
18 10 2008
Não se pode culpar a polícia paulista pelo trágico destino da jovem Eloá, que após tomar um tiro na cabeça, encontra-se em coma induzido, correndo sério risco de vida. (Eloá morreu na noite do sábado, dia que esse post foi escrito)
Como foi dito pelo comandante da operação, como negociar com um sujeito movido pela paixão? Um cara cujo objetivo é matar a ex e, provavelmente, se matar? É diferente de outras situações com reféns, como um assalto a banco. Crime passional é um negócio complicado.
Mas a amiga que voltou para dentro do apartamento é outro papo. Uma bala na boca não é um tiro na cabeça por centímetros. A vida de Eloa estava nas mãos de um desequilibrado. Nayara já estava a salvo em casa.
Todos os tiros vieram da arma de Lindemberg. Mas a bala que acertou Nayara pode ser posta na conta da polícia. E a polícia pode respirar aliviada pelos centímetros que evitaram uma tragédia ainda maior.
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Na mão do bandido
17 10 2008Ainda está em andamento o seqüestro de uma jovem de 15 anos por seu ex-namorado de 22, no ABC paulista. Mas ontem, um fato me deixou meio cabreiro. A polícia mandou uma amiga da menina seqüestrada – que havia sido refém no início do episódio – de volta para o apartamento/cativeiro.
Estou ficando louco ou isso é o maior absurdo? Os policiais enviaram uma adolescente para dentro de um apartamento onde, sabidamente, estava um bandido armado. Com o pretexto de tentar salvar a vida de uma menina, a polícia colocou a vida de outra em risco. Deliberadamente a polícia deu um refém ao meliante e corre o risco de acabar com dois corpos. Isso depois de ter devolvido a energia elétrica ao apartamento a pedido do tal Lindemberg.
Tudo isso me remeteu aos documentários “Vida Bandida”, de Regis Faria, sobre Leonardo Pareja e “Ônibus 174″, de José Padilha. Recomendo ambos.
Espero, de verdade, que a polícia paulista não consiga fazer a cagada que tanto está tentando. Mas essa parada não tá com uma cara boa.
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